Alvorada

Memória descritiva da obra:
“Alvorada” celebra o nascer do dia. Os primeiros raios de sol surgem, acordando quem dormia e alimentando quem já estava a pé. É um novo começo, os navegantes caminham rumo ao carrossel do qual fazem parte. Já os morcegos vão reconhecendo a triste realidade. Será este o fim do dia deles?
Memória descritiva da obra:
“Término” celebra o final do dia, o pôr do sol. É uma sensação tão simples e ao mesmo tempo tão difícil de descrever. É um cenário caótico, onde a flora local dá lugar à fauna noturna e as almas se perdem. Os desajeitados apressam-se, não podem perder mais um serão de descontrolo. Estranho que a terra é que se põe à frente, mas o coitado do sol é que se pôs. E se condicionássemos a nossa experiência simplesmente ao que vemos, e assumíssemos que o sol é que dá voltas à terra? Errados não estaríamos.












